Jornalismo Digital Deficiente e Inconvergente
Fichamento III
Título e subtítulo da obra:
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Jornalismo Digital Deficiente e Inconvergente
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Autor(es):
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Marco Bonito
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Organizador (es):
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Marco Bonito
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Coordenador (es):
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Marco Bonito
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Editor (es):
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Marco Bonito
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Tradutor:
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Título e subtítulo do capítulo:
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Jornalismo Digital Deficiente e Inconvergente
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Autor (es) do capítulo:
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Marco Bonito
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Edição:
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2012
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Local de publicação:
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Fortaleza
- CE
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Editora:
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Intercom
– Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
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Data da publicação:
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2012
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Coleção:
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Páginas:
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15
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Intervalo de páginas do capítulo:
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1
- 15
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Volume:
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1
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(para livros na internet) Disponível em:
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(para livros na internet) Acesso em:
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RESUMO
O texto Jornalismo
Digital Deficiente e Inconvergente é um artigo do professor Marco Bonito que
foi publicado no Intercom, durante o XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da
Comunicação, realizado em Fortaleza, CE, em setembro de 2012.
No referido texto o autor
problematiza e questiona o modelo de produção jornalística digital vigente.
Também aponta a necessidade de uma revisão das práxis jornalísticas para a
produção de conteúdos, em que propõe um novo conceito para o jornalismo digital
chamado “desenho universal”.
Num primeiro momento
do artigo, o autor analisa as convenções do termo usadas para referir-se a
pessoas com deficiência, abordando a divergência que existe sobre o uso do
mesmo. Fala, também, sobre as confusões que muitas pessoas fazem utilizando, de
forma errada, os termos “portadores de deficiência” ou “portador de
necessidades especiais”.
Num segundo momento,
faz uma contextualização social e histórica sobre a existência de tipos de
deficiências na América Latina. Segundo o autor, de acordo com o censo de 2010
(IBGE, 2012), 24% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência,
ou seja, quase um quarto da população. Depois, Marco Bonito fala sobre algumas
leis que nunca foram efetivamente colocadas em prática ou que são ineficientes.
O autor defende como
pressuposto que “se há algo deficiente no processo comunicativo, na atual
conjuntura cultura e midiática do século XXI, na ‘era da informação’, este
‘algo’ é o processo de produção do conteúdo das mensagens, a própria
informação, o texto, o hipertexto, o contexto e o paratexto”, (P. 9 e 10).
Após, Bonito afirma
que o termo “’normal’ (estar dentro das normais sociais). Para ele, considerar
‘normal’ somente quem tem suas percepções funcionando satisfatoriamente bem
para o consumo e produção de informação é uma atitude preconceituosa. O que ele
chama nesta pesquisa de preconceito comunicativo”, (P. 10). Este preconceito se
justifica no fato de que os conteúdos comunicacionais devem ser reproduzidos
para adaptar-se à pessoa com deficiência. Na visão ao autor, não se deve
“corrigir” o que faltou na reprodução destes conteúdos, mas na produção dos
mesmos já se deve pensar em abranger todos os públicos, os ditos “normais” e as
pessoas com deficiências. Ele justifica sua tese importando, de uma maneira
transdisciplinar, o conceito da arquitetura e urbanismo chamado de design
universal.
Segundo ele “O
jornalismo é uma prestação de serviço que deve servir a todas as pessoas”, (P.
11).
Na sequência o autor
reflete sobre jornalismo digital e a importância “do lugar da memória”. Ele diz
que “Considerando que a principal característica conceitual do jornalismo
digital é a memória e que os sites jornalísticos, em quase sua totalidade, não
contém conteúdos acessíveis às pessoas com deficiência, temos como afirmar que,
em suma, se há deficiência ela está realmente associada ao jornalismo digital”
(P. 12).
Para concluir o autor
apresenta o conceito do desenho universal e propõe a produção de “ambientes e
produtos” que sirvam a todos e não cria distinção entre os ditos “normais” e as
pessoas com deficiência.
PRINCIPAIS CITAÇÕES + Nº DA PÁGINA
“Se há algo deficiente
no processo comunicativo, na atual conjuntura cultura e midiática do século
XXI, na ‘era da informação’, este ‘algo’ é o processo de produção do conteúdo
das mensagens, a própria informação, o texto, o hipertexto, o contexto e o
paratexto”, (P. 9 e 10).
“’Normal’ (estar
dentro das normais sociais). Para ele, considerar ‘normal’ somente quem tem
suas percepções funcionando satisfatoriamente bem para o consumo e produção de
informação é uma atitude preconceituosa. O que ele chama nesta pesquisa de
preconceito comunicativo”, (P. 10).
Segundo ele “O
jornalismo é uma prestação de serviço que deve servir a todas as pessoas”, (P.
11).
“Considerando que a principal
característica conceitual do jornalismo digital é a memória e que os sites
jornalísticos, em quase sua totalidade, não contém conteúdos acessíveis às
pessoas com deficiência, temos como afirmar que, em suma, se há deficiência ela
está realmente associada ao jornalismo digital” (P. 12).
BIBLIOGRAFIA ABNT
BONITO, Marco. Jornalismo
digital deficiente e inconvergente in Intercom – Sociedade Brasileira de
Estudos Interdisciplinares da Comunicação, Fortaleza, 2012. Disponível em:
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