Modelos de jornalismo digital: Resumo do capítulo 2 - Sistematizando alguns conhecimentos sobre jornalismo na web

Fichamento II

Título e subtítulo da obra:
Modelos de jornalismo digital
Autor(es):
Luciana Mielniczuk
Organizador (es):
Marcos Palacios e Elias Machado
Coordenador (es):
Elias Machado
Editor (es):
Elias Machado
Tradutor:

Título e subtítulo do capítulo:
Sistematizando alguns conhecimentos sobre jornalismo na web
Autor (es) do capítulo:
Luciana Mielniczuk
Edição:
Edição 2003
Local de publicação:
Salvador, Bahia
Editora:
Calandra Ltda
Data da publicação:
2003
Coleção:
Pixel
Páginas:
233
Intervalo de páginas do capítulo:
37 – 54
Volume:
1
(para livros na internet) Disponível em:
(para livros na internet) Acesso em:




RESUMO 10 LINHAS

O texto de hoje de Luciana Mielniczuk, intitulado Sistematizando alguns conhecimentos sobre jornalismo na web, trata de alguns conceitos do webjornalismo. Tem como objetivo delimitar esses conceitos e estabelecer algumas categorias para uma melhor descrição e compreensão do webjornalismo.
Numa primeira faze a autora apresenta definições para os termos jornalismo eletrônico, jornalismo digital, ciberjornalismo, jornalismo online e webjornalismo. Na sequência ela aborda o desenvolvimento do jornalismo na web. E, na última parte, ela faz a identificação de espaços diferenciados para a disponibilização das notícias nos webjornais.
Tendo como problema o fato de ainda não haver um consenso sobre terminologia quando o assunto é webjornalismo, a autora justifica seu trabalho dizendo que “ainda não há um consenso sobre a terminologia a ser utilizada quando nos referimos ao jornalismo praticado na Internet, para a Internet ou com o auxílio da Internet”, (P. 01). Segundo ela, os autores brasileiros, seguem os autores norte-americanos ao utilizarem com maior freqüência o termo jornalismo online ou jornalismo digital.
A autora cita Bastos (2000) que diz que utiliza o termo jornalismo eletrônico para englobar o jornalismo online e o jornalismo digital. (JE = JO + JD). Para Bastos, jornalismo online significa o que corresponde à apuração jornalística e, e jornalismo digital, corresponde ao desenvolvimento e disponibilização de produtos. 
Ela diz que, Machado (2000), “prefere a denominação jornalismo digital à jornalismo online” (P. 02). Neste sentido, o autor diz que o conceito de digital remete à particularidade deste novo suporte e o termo online, que para ele é mais restrito que o digital, “refere-se a apenas uma característica de meio, não contemplando as especificidades da nova realidade”, (P. 02). Por esta questão que ele prefere utilizar o termo jornalismo digital, diz a autora.
A autora propõe uma sistematização dos meios tecnológicos para determinar a elaboração da denominação do tipo de prática jornalística, seja na produção ou na disseminação das informações jornalísticas. Para isso, ela defende que o âmbito eletrônico seria o mais abrangente de todos, visto que toda a tecnologia utilizada no jornalismo, na sua maioria, é de natureza eletrônica.
Sobre ciberjornalismo, ela explica que é quando o jornalismo utiliza-se de tecnologia da cibernética. Como exemplo, ela cita “A utilização do computador para gerenciar um banco de dados na hora da elaboração de uma matéria”, (P. 04).
Webjornalismo, para Luciana, significa a utilização de uma parte da Internet “que disponibiliza interfaces gráficas de uma forma bastante amigável”, (P. 04). Segundo ela, embora Web e Internet seja visto pelo público leigo como sinônimos, não são a mesma coisa.
A autora destaca que essas definições apresentadas não são excludentes. E, que os produtos elaborados transitam de forma simultânea nas diferentes esferas. Ela afirma, ainda, “que na rotina de um jornalista contemporâneo estão presentes atividades que se enquadram em todas as nomenclaturas definidas”, (P. 05).
Sobre o desenvolvimento do jornalismo na web a autora propõe a classificação do webjornal considerando a esfera do produto e esfera da produção e disseminação das informações.
Neste artigo a trajetória do webjornalismo é dividido em três momentos: Webjornalismo de primeira geração, Webjornalismo de segunda geração e Webjornalismo de terceira geração.
Webjornalismo de primeira geração - Foi quando “os produtos oferecidos eram reproduções de partes dos grandes jornais impressos”, (P. 08).
Webjornalismo de segunda geração - Foi quando “atrelado ao modelo do jornal impresso, começam a ocorrer experiências na tentativa de explorar as características específicas oferecidas pela rede”, (P. 09).
Webjornalismo de terceira geração – Se caracteriza a partir do momento que “foi possível observar tentativas de efetivamente explorar e aplicar as potencialidades oferecidas pela web para fins jornalísticos”, (P. 09)
Para concluir o artigo, a autora aborda os diferentes espaços e formatos para as notícias dentro do webjornal.  A partir da observação da existência de espaços diferenciados para a informação dentro do webjornal, a autora identificou que estes espaços refletem o tipo de informação, a quantidade de espaço a ela atribuída e a característica mais explorada. Dentro desta percepção e identificação a autora propôs a divisão em: últimas notícais, coberturas cotidianas e especiais.


PRINCIPAIS CITAÇÕES + Nº DA PÁGINA

“Ainda não há um consenso sobre a terminologia a ser utilizada quando nos referimos ao jornalismo praticado na Internet, para a Internet ou com o auxílio da Internet”, (P. 01).
 “Que utiliza o termo jornalismo eletrônico para englobar o jornalismo online e o jornalismo digital. (JE = JO + JD)”, (P. 02).
Machado (2000), “Prefere a denominação jornalismo digital à jornalismo online” (P. 02).
“Refere-se a apenas uma característica de meio, não contemplando as especificidades da nova realidade”, (P. 02).
 “A utilização do computador para gerenciar um banco de dados na hora da elaboração de uma matéria”, (P. 04).
“Que disponibiliza interfaces gráficas de uma forma bastante amigável”, (P. 04).
 “Que na rotina de um jornalista contemporâneo estão presentes atividades que se enquadram em todas as nomenclaturas definidas”, (P. 05).
Webjornalismo de primeira geração - Foi quando “os produtos oferecidos eram reproduções de partes dos grandes jornais impressos”, (P. 08).
Webjornalismo de segunda geração - Foi quando “atrelado ao modelo do jornal impresso, começam a ocorrer experiências na tentativa de explorar as características específicas oferecidas pela rede”, (P. 09).
Webjornalismo de terceira geração – Se caracteriza a partir do momento que “foi possível observar tentativas de efetivamente explorar e aplicar as potencialidades oferecidas pela web para fins jornalísticos”, (P. 09)



BIBLIOGRAFIA ABNT

MIELNICZUK, Luciana. Sistematizando alguns conceitos sobre jornalismo na web. Modelos de
jornalismo digital. Salvador: Edições GJOL, Calandra, 2003.


Vídeo sobre o artigo



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