Webjornalismo: Da pirâmide invertida à pirâmide deitada | Hipertexto, Fechamento e Uso do Conceito de Não-Linearidade Discursiva | Pirâmide invertida na cibernotícia: argumentos pró e contra

Fichamento VI


Título e subtítulo da obra:
Webjornalismo: Da pirâmide invertida à pirâmide deitada
Autor(es):
João Canavilhas
Organizador (es):
João Canavilhas
Coordenador (es):
João Canavilhas
Editor (es):
João Canavilhas
Tradutor:

Título e subtítulo do capítulo:
Webjornalismo: Da pirâmide invertida à pirâmide deitada
Autor (es) do capítulo:
João Canavilhas
Edição:
Edição 2003
Local de publicação:
Salvador, Bahia
Editora:
Calandra Ltda
Data da publicação:
2006
Coleção:

Páginas:

Intervalo de páginas do capítulo:
1 - 17
Volume:

(para livros na internet) Disponível em:

(para livros na internet) Acesso em:




RESUMO 10 LINHAS

Neste texto João Canavilhas fala sobre a pirâmide invertida e o surgimento de um novo paradigma nas técnicas de redações jornalísticas, a pirâmide deitada.
Desde muito tempo a pirâmide invertida é uma das técnicas fundamentais do jornalismo escrito, mas sempre foi motivo de polêmicas.  Segundo o autor, com o surgimento do jornalismo na web, “Esta discussão ganhou novo fôlego”. Do mesmo lado dos que são contra o uso da pirâmide invertida no webjornalismo, Canavilhas diz que “Usar a técnica da pirâmide invertida na web é cercear o webjornalismo de uma de suas potencialidades mais interessantes: a adoção de uma arquitetura noticiosa aberta e de livre navegação”.
Assim, por considerar a pirâmide invertida ineficaz para o webjornalismo, o autor propõe uma nova técnica chamada de pirâmide deitada. Esta conclusão foi fruto de um experimento com 39 alunos da Universidade de Beira Interior.
De acordo com este experimento, “Se o eixo vertical que vai do vértice superior à base da pirâmide invertida significa que o topo é mais importante que a base, então a pirâmide deve mudar de posição, procurando-se desta forma fugir à hierarquização da notícia em função da importância dos fatos relatados”.
Canavilhas cita (Edo, 2002, 70) que diz “que está arquitetura exige um novo tipo de jornalista – um profissional que tem neste tipo de trabalho uma alta percentagem de documentalista, que seja capaz de expor com eficácia o relato dos acontecimentos e os comentários produzidos nos distintos suportes...”
O autor conclui que “a pirâmide deitada é uma técnica libertadora para utilizadores, mas também para os jornalistas. Ou seja, se o interagente tem a possibilidade de navegar dentro da notícia, fazendo seu próprio caminho de leitura, o jornalista tem ao à sua disposição um conjunto de recursos estilísticos que, em conjunto com novos conteúdos mutimédia, permitem reinventar o webjornalismo em cada nova notícia”!


PRINCIPAIS CITAÇÕES + Nº DA PÁGINA

“Usar a técnica da pirâmide invertida na web é cercear o webjornalismo de uma de suas potencialidades mais interessantes: a adoção de uma arquitetura noticiosa aberta e de livre navegação”, (P. 07)

“Se o eixo vertical que vai do vértice superior à base da pirâmide invertida significa que o topo é mais importante que a base, então a pirâmide deve mudar de posição, procurando-se desta forma fugir à hierarquização da notícia em função da importância dos fatos relatados”, (P. 13).


“Que está arquitetura exige um novo tipo de jornalista – um profissional que tem neste tipo de trabalho uma alta percentagem de documentalista, que seja capaz de expor com eficácia o relato dos acontecimentos e os comentários produzidos nos distintos suportes...”, (P. 16).



BIBLIOGRAFIA ABNT

CANAVILHAS, João. Webjornalismo: Da pirâmide invertida à pirâmide deitada. 2006.



Fichamento V

Título e subtítulo da obra:

Hipertexto, Fechamento e Uso do Conceito de Não-Linearidade Discursiva
Autor(es):
Marcos Palacios
Organizador (es):
Marcos Palacios
Coordenador (es):
Marcos Palacios
Editor (es):
Marcos Palacios
Tradutor:

Título e subtítulo do capítulo:
Hipertexto, Fechamento e Uso do Conceito de Não-Linearidade Discursiva
Autor (es) do capítulo:
Marcos Palacios
Edição:

Local de publicação:
Rio de Janeiro
Editora:
Revista Lugar Comum
Data da publicação:
1999
Coleção:
8
Páginas:
111-121
Intervalo de páginas do capítulo:
111-121
Volume:
1
(para livros na internet) Disponível em:
(para livros na internet) Acesso em:



RESUMO 10 LINHAS

Neste texto Marcos Palacios aborda o Hipertexto, Fechamento e o conceito de Não-Linearidade discursiva. Ele inicia dizendo que textos supostamente não-lineares não são novidades, citando vários exemplos de textos não-lineares impressos. Estes textos são precursores do hipertexto. Palacios questiona “até que ponto a noção de ‘não-linearidade’ é efetivamente apropriada, seja ela aplicada ao texto convencional, seja no hipertexto”.

Sobre a questão do Fechamento, ele diz que “Uma narrativa tradicional, não hipertextual sempre chega a um fim”. Com o hipertexto, isto não acontece. Palacios questiona a noção de “não-linearidades”. Ele diz que mesmo numa leitura de um hipertexto, que é não-linear, o leitor determina uma “linearidade” específica, ainda que provisória. Dentro deste contexto, Palacios defende a ideia, no hipertexto, de uma milti-linearidade. Esta ideia contradiz a ideia de unilinearidade do texto tradicional, impresso.

Para concluir, Palacios diz que “o termo mais apropriado e mais preciso para caracterizar o Hipertexto, enquanto estrutura discursiva, por traduzir mais adequadamente a multiplicidade de possibilidades de construção e Leitura abertas pelo Hipertexto é Multi-Linear  e não, Não-Linear”.


PRINCIPAIS CITAÇÕES + Nº DA PÁGINA

“Até que ponto a noção de ‘não-linearidade’ é efetivamente apropriada, seja ela aplicada ao texto convencional, seja no hipertexto”, (P. 02).

“Uma narrativa tradicional, não hipertextual sempre chega a um fim”, (P. 03).

“O termo mais apropriado e mais preciso para caracterizar o Hipertexto, enquanto estrutura discursiva, por traduzir mais adequadamente a multiplicidade de possibilidades de construção e Leitura abertas pelo Hipertexto é Multi-Linear  e não, Não-Linear”, (P. 07),



BIBLIOGRAFIA ABNT

PALACIOS, Marcos Silva. Hipertexto, Fechamento e o uso do conceito de não-linearidade discursiva. Lugar Comum. Edição nº 08. P. 111 – 121. Rio de Janeiro. 1999.


Fichamento IV

Título e subtítulo da obra:

Pirâmide invertida na cibernotícia: Argumentos pró e contra

Autor(es):
Fernando Zamith
Organizador (es):
Fernando Zamith
Coordenador (es):
Fermando Zamith
Editor (es):

Tradutor:

Título e subtítulo do capítulo:
Pirâmide invertida na cibernotícia: argumentos pró e contra
Autor (es) do capítulo:
Fernando Zamit
Edição:

Local de publicação:

Editora:

Data da publicação:
2005
Coleção:

Páginas:

Intervalo de páginas do capítulo:

Volume:
1
(para livros na internet) Disponível em:

(para livros na internet) Acesso em:




RESUMO 10 LINHAS


O Texto pirâmide invertida na cibernotícia: argumentos pró e contra, de Fernando Zamith, trata sobre a questão do uso ou não da pirâmide invertida na cibernotícia.

Pirâmide invertida consiste basicamente na hierarquização das informações do mais importante para o menos importante. Nesta técnica de redação no jornalismo que existe há mais de 100 anos, as informações não são colocadas na ordem cronológica, mas na ordem de importância.

Para o autor, o uso da pirâmide invertida na cibernotícia, lhe parecia adequada, até que em 2002, foi surpreendido com a leitura do artigo de João Messias Canavilhas, “Webjornalismo: Considerações gerais sobre jornalismo na web”. Neste artigo, Canavilhas afirma que “no webjornalismo não faz qualquer sentido utilizar uma pirâmide” e, também, que “A pirâmide invertida devia ser substituída por pequenos textos hiperligados entre si”.

Na sequência do artigo, Zamith discorre sobre argumentos pró e contra a utilização da técnica da pirâmide invertida no webjornalismo.

Na linha dos que são pró a utilização da referida técnica ele cita María José Cantalapiedra, que defende que o uso da “pirâmide invertida como técnica usada na construção de cibernotícia (não nos outros gêneros jornalísticos online). No texto, o autor lista muitos outros autores que são favoráveis.

Na linha dos que são contra, além de João Canavilhas, que é considerado um dos mais radical, existem outros como Ramón Salaverría que fez duras críticas ao emprego da pirâmide invertida.

O autor conclui seu artigo dizendo que os argumentos prós e contras não estão muito distantes uns dos outros. O que existe é uma confusão de conceitos. Ele acredita que “parece haver diferenças de opinião na forma como se deve passar do lead para o resto da informação (ou conteúdo) que queremos transmitir, mas, em grande parte, também aqui é mais aparente do que real”. Zamith defende que “O ciberleitor quer, pode e deve conduzir o seu percurso por entre o material noticioso disponibilizado num cibermeio”.



PRINCIPAIS CITAÇÕES + Nº DA PÁGINA

Neste artigo, Canavilhas afirma que “no webjornalismo não faz qualquer sentido utilizar uma pirâmide”, (P. 01).

“A pirâmide invertida devia ser substituída por pequenos textos hiperligados entre si”, (P. 01).

“Pirâmide invertida como técnica usada na construção de cibernotícia (não nos outros gêneros jornalísticos online), (P. 03).

“Parece haver diferenças de opinião na forma como se deve passar do lead para o resto da informação (ou conteúdo) que queremos transmitir, mas, em grande parte, também aqui é mais aparente do que real”, (P. 07).

“O ciberleitor quer, pode e deve conduzir o seu percurso por entre o material noticioso disponibilizado num cibermeio”, (P. 08).


BIBLIOGRAFIA ABNT

ZAMITH, Fernando. Pirâmide invertida na cibernotícia: argumentos pró e contra. 29 de março de 2005.
Disponível em:
http://www.ca.ubi.pt/~webjornalismo/sections.php?op=viewarticle&artid=95

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